Olha, sempre nos questionamos sobre o que devemos fazer e tudo mais. Mas uma coisa que mais me intriga no momento é a dificuldade em entender-nos uns aos outros. Não estou publicando nada em favor da paz mundial, mas algo pertinente ao nosso dia a dia.
Hoje estava tendo uma discussão com uma amiga (colorida?) de Fortaleza (em breve "linko" o blog dela no meu) sobre a raiva que ela tem das atitudes alheias, sendo mais específico, como as amigas dela são "bestas" e ficam se arrastando e aceitando tudo que seus "ficantes" fazem apenas para continuar com eles.
Geralmente olhamos para atitudes alheias, algumas delas diferentes do que nossos princípios pregam, e nos colocamos em choque, sim nos colocamos, porque não deveríamos ficar em choque por atitudes alheias. Concordar ou não faz parte de cada um, e é necessário, sempre refletir sobre o que acontece em volta, aliás, refletir é necessário sempre, uma possível discussão até pode enriquecer mais as coisas. Mas ficarmos horrorizados, nos revoltar, chega a ser contra nós mesmos.
Dentro do desenvolvimento motor, área que pouco conheço ainda, partimos do pressuposto que o que somos hoje é em parte inerente a nós, geneticamente falando mesmo, e em parte do que nosso contexto foi e é. Ou seja, muitas das respostas que apresentamos agora em nosso comportamento motor vem de uma interação do ambiente com o que nascemos. Por isso, quando analisamos um sujeito inicialmente em algumas tarefas, podemos encontrar diversos tipos de resposta, já que nunca vimos o que ela fazia e não sabemos suas capacidades motoras inerentes. Exemplificando, podemos esperar um chute perfeito ou uma furada que resulta no cara sentado no chão quando rolamos uma bola e pedimos um belo chute para o infeliz.
Acredito que isso é para todo o comportamento, seja ele motor ou não.
Esperar que uma pessoa seja igual à você é esperar que ela tenha vivido as mesmas experiências que você, e tenha nascido com as mesmas predisposições que você. Ou seja, seja você!
Outra coisa que devo estar trazendo do que estudo, devo porque não tenho certeza agora se eu li ou apenas ouvi algo parecido, é que as pessoas ao se depararem com uma tarefa, e não são instruídas de como atingir a meta proposta, tentam encontrar uma forma para isso. Se o que foi pensado é competente, mesmo sem pensar em termos de eficiência, ou seja, mesmo não sendo O MELHOR jeito, ela tende a repetir esta forma para quando tem problemas parecidos. E quanto mais vezes ela tem sucesso, mais ela vai usar isso.
Levando as coisas para o comportamento geral das pessoas, as amigas da Natália (minha best, ui) provavelmente tiveram êxito utilizando esta estratégia utilizada atualmente, ou, quando tentaram ser diferente, se deram mal, tendo que manter o que ainda não deu errado.
Lógico, que elas podem ter simplesmente medo de mudar o que vem dando "certo" ou por mais que a estratégia atual tenha dado errado, elas não encontraram o ponto que erraram, mudando algum parâmetro outro que não mude lá muito o que já fizeram no passado.
Namorar é fogo brother. Esse mundo de amor é complicado mesmo! xD
Porque um blog?
Sempre temos dúvidas pendentes e pensamentos fulminantes durante o dia, e na maioria das vezes, são achismos perdidos por valores nossos. Dividir com uma, duas pessoas parece interessante, mas multiplicar por quem se interessa com quem fala e pelo que se fala é tornar um pensamento em uma idéia, e multiplicar a idéia por possibilidades.O que estudamos as vezes serve de base, mas a partir daqui é bem o que eu acho mesmo, portanto, me ajudem a formar idéias, para assim formarmos possibilidades, e não ficarmos só nos achismos!
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Lembrei de uma aula minha de antropologia.. falando sobre cultura... como temos a tendência de excluir aquilo q não nos é comum sem antes analisar... é bem verdade o q tu disse e a maior de todas elas: Namorar é fogo brother. Esse mundo de amor é complicado mesmo! xD
ResponderExcluirAmiga, colorida, best xD rsrsrsrsrs
Beijos, meu bem ;*
Adoro!
ResponderExcluirFaculdades públicas ainda formam mentes críticas independente da área e da ênfase de cada um!
:D
A moça comentou sobre antropologia e eu lembrei desse texto: http://matheuszeuch.com/uploads/2007/03/ritos-corporais-entre-os-nacirema.pdf
Justamente sobre isso. É bem divertido.